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PEC - Plano de Evacuação e Resposta a Emergências do condomínio do edifício Príncipe de Gales de 11 pavimentos+2 coberturas com piscinas.pdf - Consultoria, Trabalho & Treinamentos

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PEC - Plano de Evacuação e Resposta a Emergências do condomínio do edifício Príncipe de Gales de 11 pavimentos+2 coberturas com piscinas.pdf

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PLANO DE EVACUAÇÃO E EMERGÊNCIA DO CONDOMÍNIO

Cenário principal: terremoto / abalo sísmico
Cenário secundário: incêndio
Edifício residencial: 11 pavimentos + cobertura com piscina
2 apartamentos por pavimento = 22 apartamentos, com duas coberturas com piscina.
Garagem: subsolo
Localização: Av. dezessete de agosto, 175 – Parnamirim, CEP: 52.060-590 — Recife/PE
Ponto externo de referência: Praça Dr. José Vilela
 
Plano de Evacuação e Resposta a Emergências do condomínio, tendo a Praça Dr. José Vilela como referência externa.                                     
 
Importante: este documento é um plano operacional preliminar. A definição oficial das rotas, capacidade das escadas, saídas, portas corta-fogo, iluminação de emergência, sinalização e demais sistemas devem ser conferidas na planta aprovada e em vistoria por profissional habilitado, conforme as exigências aplicáveis do Corpo de Bombeiros de Pernambuco.
 
O Recife mantém um sistema municipal de Defesa Civil com atuação preventiva, vistorias de edificações e atendimento emergencial. A Prefeitura também disponibiliza um mapa de rotas de fuga e pontos de encontro utilizado nos trabalhos de prevenção. (Prefeitura do Recife)
 
 
1. OBJETIVO
 
Estabelecer um procedimento único para:
 
·        proteger moradores, visitantes, funcionários e prestadores;
·        organizar a resposta durante e após um terremoto;
·        evitar evacuação desordenada;
·        preservar as rotas de fuga;
·        priorizar idosos, crianças, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;
·        controlar a garagem e áreas técnicas;
·        reunir os moradores em local externo seguro;
·        facilitar a atuação do Corpo de Bombeiros, SAMU e Defesa Civil.
 
 
 
2. CARACTERÍSTICAS DO EDIFÍCIO
 
Estrutura considerada
 
Pavimentos residenciais: 1º ao 11º
Cobertura: área comum com salão de festas e campinho na área de trás do edifício
Apartamentos: 2 por pavimento
Total estimado: 22 apartamentos + dependência funcional
Garagem: subsolo
Área externa: acesso frontal voltado para a região da Praça Dr. José Viléla.
 
Pontos críticos
 
Os setores que merecem atenção especial são:
 
1. Subsolo/garagem
Possibilidade de queda de objetos, danos estruturais, interrupção elétrica, fumaça, vazamento e dificuldade de saída pela rampa.
2. Cobertura/piscina
Existe risco adicional de queda de objetos, danos em revestimentos, equipamentos, guarda-corpos e deslocamento/derramamento de água da piscina.
3. Pavimentos superiores
Moradores estarão sujeitos a maior deslocamento durante o abalo e poderão ter dificuldades para utilizar elevadores.
4. Fachada frontal
Após o tremor, deve ser evitada a permanência próxima à fachada devido à possibilidade de queda de revestimentos, esquadrias ou outros elementos.
5. Área lateral interna
Sala do transformador de energia de alta voltagem.
 
 
3. REGRA FUNDAMENTAL DURANTE O TERREMOTO
 
NÃO EVACUAR CORRENDO DURANTE O TREMOR.
 
A orientação de segurança para terremotos é abaixar-se, proteger-se e segurar-se, permanecendo afastado de janelas e objetos que possam cair.
 
É PROIBIDO:
 
❌ usar elevador durante o tremor
❌ correr pelas escadas durante o tremor
❌ ir para a varanda
❌ permanecer junto às janelas
❌ correr para a garagem para buscar o carro
❌ sair para a rua enquanto elementos da fachada podem estar caindo
 
Primeiro:
 
PROTEGER AS PESSOAS.
 
Depois:
 
AVALIAR → ORGANIZAR → EVACUAR.
 
 
4. PROCEDIMENTO POR ÁREA
 
APARTAMENTOS
 
Durante o abalo:
 
ABAIXE-SE → PROTEJA A CABEÇA → SEGURE-SE.
 
Procure abrigo sob uma mesa resistente ou junto a uma estrutura interna que ofereça proteção.
 
Afaste-se de:
 
·        janelas;
·        vidros;
·        armários;
·        televisores;
·        objetos suspensos;
·        estantes;
·        espelhos;
·        portas de vidro.
 
Após o tremor, os moradores devem aguardar a orientação interna para evacuar, exceto em situação imediata de incêndio, fumaça, vazamento de gás, colapso ou outra ameaça à vida.
 
 
5. COBERTURA COM PISCINA
 
A cobertura deverá ser tratada como área de risco elevado durante o evento.
 
Durante o tremor:
 
não correr em direção à piscina e não tentar sair pela cobertura.
 
Após o tremor:
 
·        afastar-se das bordas;
·        verificar vazamento de água;
·        verificar danos em pisos e guarda-corpos;
·        impedir acesso à área caso haja risco estrutural;
·        descer somente pela rota de saída segura definida para a edificação - escadas.
 
A cobertura não deverá ser utilizada como ponto de reunião.
 
 
6. GARAGEM / SUBSOLO
 
Esta é uma das áreas mais críticas do plano.
 
Durante o terremoto
 
Quem estiver no subsolo deve:
 
  1. parar imediatamente a movimentação do veículo;
  2. manter distância de prateleiras, equipamentos e      paredes instáveis;
  3. proteger cabeça e pescoço;
  4. não tentar subir a rampa enquanto houver tremor.
 
Depois do tremor
 
A garagem deverá ser inspecionada antes de permitir o acesso generalizado.
 
Se houver:
 
·        fumaça;
·        incêndio;
·        vazamento;
·        inundação;
·        rachaduras importantes;
·        queda de elementos;
·        deformação da estrutura;
·        bloqueio da rampa;
 
proibir o acesso ao subsolo.
 
Regra importante: Ninguém deve descer para buscar o carro apenas para facilitar a evacuação.
 
Em um terremoto, o automóvel não é prioridade.
 
A prioridade é retirar as pessoas com segurança.
 
 
7. ROTA DE EVACUAÇÃO VERTICAL
 
O condomínio deverá identificar e sinalizar:
 
ROTA PRIMÁRIA = Apartamento → corredor → escadas → térreo → saída externa
 
ROTA SECUNDÁRIA = Apartamento → rota alternativa / acesso por corda → térreo → saída externa
 
Rota secundária: apartamento → outra descida por acesso por corda → térreo → saída alternativa.
 
No caso das escadas estiverem interditadas ou muito danificadas para a passagem das Pessoas será feita a evacuação por sistema de cordas com o Fraldão de resgate para as todas Pessoas e para as com falta de mobilidade, usar a maca envelope com cinto PQD 2P. Usar as ancoragens já instaladas na área da piscina e/ou do quarto (suíte) de Dilma. O Kit de Acesso por Corda está no tonel-GP01 e 02.

Ex.: Descida por corda com fraldão de emergência com ancoragem no teto do quarto de Dilma como primeira opção e/ou com sistema de ancoragem saindo da varanda da sala do primeiro pavimento, nesse caso as ancoragens das cordas devem ser prioritariamente vindas da área superior, da piscina, para facilidade de colocação do sistema de descida  para evacuação por acesso por corda para as Pessoas do plano de evacuação familiar de GP e demais indivíduos que necessitem desse suporte.
 
As Pessoas isoladas usarão o sistema de cordas com comando da descida por estilo top rope, vestindo o fraldão de emergência.
 
A Pessoa com falta de mobilidade deverá ser envelopada na maca envelope já vestida com o cinturão paraquedista de 2 pontos, já que essa Pessoa não tem mobilidade física.
 
Faça uma inspeção real dessas duas rotas durante o dia e à noite.
 
O plano deve considerar que:
 
1. o elevador pode parar;
2. portas podem ficar emperradas;
3. iluminação pode faltar;
4. partes do forro podem cair;
5. escadas podem apresentar pequenos obstáculos;
6. podem ocorrer réplicas/abalos secundários.
 
Tenham uma lanterna e calçado resistente ao lado da cama. Não atravessar áreas com vidro quebrado descalços.
 
A largura, capacidade e características das saídas precisam ser verificadas de acordo com o projeto previamente verificado. O Corpo de Bombeiros de Pernambuco estabelece requisitos para saídas de emergência, sinalização e demais sistemas de segurança da edificação. (Intranet Bombeiros PE)
 
 
8. ELEVADORES
 
DURANTE O TERREMOTO
 
ELEVADORES (social e Serviço) = NÃO UTILIZAR
 
Após o tremor: não liberar o elevador automaticamente.
 
A administração deverá considerar inicialmente o equipamento indisponível, até avaliação e liberação segura (deve ser colocado em caráter de observação, subindo e descendo para verificação se sobe/desce seguro).
 
Moradores devem utilizar as escadas quando a evacuação for necessária e a rota estiver segura.
 
 
9. PROCEDIMENTO DE EVACUAÇÃO
 
Depois de cessar o tremor:
 
FASE 1 — ALERTA
 
A portaria/síndico/subsíndico/zelador ou pessoa responsável deverá comunicar:
 
“ATENÇÃO, MORADORES. O TREMOR TERMINOU. MANTENHAM A CALMA. NÃO UTILIZEM OS ELEVADORES. SIGAM AS ROTAS DE EVACUAÇÃO INDICADAS.”
 
A mensagem deve ser repetida conforme necessário.
 
FASE 2 — VERIFICAÇÃO
 
Verificar:
     
  • incêndio;
  • fumaça;
  • cheiro de gás;
  • danos aparentes;
  • condição das escadas;
  • bloqueios;
  • energia elétrica e transformador próximo aos      banheiros do salão de festas;
  • garagem;
  • cobertura.
 
FASE 3 — EVACUAÇÃO
 
Quando determinada:
 
11º → 10º → 9º → 8º → 7º → 6º → 5º → 4º → 3º → 2º → 1º → térreo
 
Os moradores devem caminhar, sem correr.
 
 
10. ORDEM DE PRIORIDADE
 
Durante a evacuação:
 
PRIORIDADE 1 = Pessoas feridas ou em risco imediato.
PRIORIDADE 2 = Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
PRIORIDADE 3 = Idosos.
PRIORIDADE 4 = Crianças.
PRIORIDADE 5 = Demais moradores.
 
A prioridade não significa deixar as pessoas vulneráveis sozinhas: elas devem ser acompanhadas por pessoas previamente designadas.
 
 
11. SISTEMA DE RESPONSABILIDADES
 
SÍNDICO
 
É o coordenador geral do plano.
 
Responsável por:
     
  • acionar o plano;
  • coordenar a comunicação;
  • manter cadastro dos moradores;
  • acionar emergência;
  • definir, junto aos responsáveis      técnicos/autoridades, a interdição;
  • impedir o retorno ao prédio quando houver risco.
 
SUBSÍNDICO
 
Assume a coordenação na ausência do síndico.
 
PORTARIA/RECEPÇÃO (zelador / PV)
 
Responsável por:
 
  • comunicação;
  • controle de acesso;
  • liberação para emergência;
  • acionamento do Corpo de Bombeiros/SAMU/Defesa      Civil;
  • impedir entrada de curiosos;
  • manter desobstruído o acesso das viaturas.
 
EQUIPE DE MANUTENÇÃO
 
Verificar, somente quando seguro acionar conforme hierarquia do item 11:
 
  • energia;
  • elevadores;
  • água;
  • gás;
  • bombas;
  • portas;
  • sistemas de incêndio;
  • gerador;
  • garagem.
 
BRIGADA/GRUPO DE EMERGÊNCIA (sindico + zelador do plantão)
 
Deve:
 
·        orientar a evacuação;
·        verificar as rotas;
·        prestar primeiros socorros dentro de sua capacitação;
·        auxiliar pessoas vulneráveis;
·        realizar a contagem nos pontos de encontro.
 
 
12. CONTAGEM DOS MORADORES
 
Os 22 apartamentos deverão possuir cadastro atualizado.
 
Recomendo criar uma planilha com:
 
Apartamento | moradores | crianças | idosos | PCD/mobilidade reduzida | animais | telefone | contato de emergência
 
Na evacuação, o objetivo não é fazer uma busca improvisada de apartamento em apartamento sem critério.
 
A administração deverá trabalhar com:
 
cadastro + informação dos moradores + identificação de pessoas desaparecidas.
 
 
13. PONTO DE REUNIÃO PRIMÁRIO
 
PRAÇA DR. JOSÉ VILÉLA
 
A praça foi escolhida como referência externa primária por estar imediatamente associada à localização do condomínio.
 
Praça Dr. José Vilela - Parnamirim, Recife - PE, 52060-240, Brasil    
 
Porém, existe uma regra fundamental: não ocupar a praça imediatamente junto à fachada do condomínio.
 
Os moradores devem se deslocar para a parte aberta da praça, no centro local do parquinho, afastando-se de:
 
  • prédios;
  • muros;
  • postes;
  • árvores grandes;
  • cabos elétricos;
  • vidros;
  • fachadas.
 
Fotos disponíveis da praça mostram justamente a presença de árvores, postes, vias e edifícios no entorno, portanto o ponto exato de reunião deve ser definido no local pelo condomínio, e não simplesmente considerar toda a praça como automaticamente segura.
 
 
14. PONTOS DE REUNIÃO ALTERNATIVOS
 
ALTERNATIVA 1
 
Parque Santana - Ariano Suassuna    
 
Parque Santana - Ariano Suassuna Web Address: R. Jorge Gomes de Sá - Santana, Recife - PE, 52171-011, Brasil
 
ALTERNATIVA 2
 
Parque da Jaqueira    
 
Parque da Jaqueira Web: Av. Rui Barbosa, S/N - Graças, Recife - PE, 50050-290, Brasil
 
Esses locais não devem ser tratados como destinos automáticos imediatamente após qualquer tremor. O deslocamento somente deve ocorrer se as vias estiverem transitáveis e as autoridades não tiverem determinado restrições.
 
 
15. EVACUAÇÃO DE CARRO
 
O condomínio deve adotar a seguinte filosofia:
 
PRIMEIRO: EVACUAÇÃO DAS PESSOAS
 
DEPOIS: EVACUAÇÃO VEICULAR, SE NECESSÁRIA
 
NÃO se recomenda criar uma situação em que vários moradores tentem retirar seus veículos simultaneamente do subsolo.
 
Isso pode produzir:
     
  • congestionamento na rampa única saída de carros;
  • colisões;
  • bloqueio da saída;
  • dificuldade para entrada dos bombeiros;
  • exposição das pessoas a elementos instáveis.
 
REGRA: As viaturas de emergência têm prioridade absoluta sobre os carros dos moradores.
 
 
16. VIATURAS DE EMERGÊNCIA
 
A frente do edifício deverá permanecer livre para:
 
Bombeiros
SAMU
Polícia
Defesa Civil
 
A portaria deverá ter uma chave/plano de acesso emergencial e informações sobre:
 
·        localização do registro de gás;
·        quadro geral;
·        transformador interno do edifício;
·        gerador;
·        casa de bombas;
·        hidrantes;
·        extintores;
·        central de alarme;
·        escadas;
·        acesso ao subsolo.
 
 
17. PRIMEIROS 10 MINUTOS
 
0–1 MINUTO
 
Tremor
 
Proteção individual.
 
1–3 MINUTOS
 
Avaliação inicial dos riscos.
 
3–5 MINUTOS
 
Acionamento da equipe de emergência.
 
5–10 MINUTOS
 
Determinação: PERMANECER / EVACUAR / ISOLAR ÁREA
 
 
18. PRIMEIRA HORA
 
A administração deverá:
 
  1. confirmar o número de pessoas evacuadas;
  2. identificar feridos;
  3. comunicar desaparecidos;
  4. isolar áreas perigosas;
  5. impedir retorno ao prédio;
  6. solicitar avaliação técnica quando houver dano;
  7. manter acesso para equipes de emergência;
  8. acompanhar comunicações oficiais.
 
O Recife dispõe de serviço para solicitação de vistoria técnica da Defesa Civil em edificações atingidas, inclusive para avaliação estrutural e riscos associados. (Conecta Recife)
 
 
19. PROIBIÇÃO DE RETORNO
 
Depois da evacuação: NINGUÉM RETORNA AO EDIFÍCIO
 
até que haja avaliação/liberação competente.
 
Isso inclui:
 
  • buscar documentos;
  • pegar roupas;
  • buscar animais, quando isso puder ser feito com      segurança somente por equipe autorizada;
  • pegar o carro;
  • procurar objetos pessoais.
 
 
20. COMUNICAÇÃO DE EMERGÊNCIA
 
DEFESA CIVIL RECIFE = 0800 081 3400 — atendimento 24h, conforme informação oficial da Prefeitura. (Prefeitura do Recife)
 
SAMU = 192
 
CORPO DE BOMBEIROS = 193
 
POLÍCIA MILITAR = 190
 
A portaria deve manter esses contatos impressos, além de dispositivos de comunicação que funcionem mesmo em caso de queda de energia.
 
 
21. SISTEMAS QUE O CONDOMÍNIO DEVE VERIFICAR
 
Recomendo uma inspeção formal dos seguintes itens:
 
ESCADAS
 
·        largura;
·        corrimãos;
·        guarda-corpos;
·        iluminação;
·        sinalização;
·        portas;
·        obstruções.
 
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
 
O sistema deve ser testado periodicamente. A regulamentação do Corpo de Bombeiros de Pernambuco prevê requisitos de iluminação e sinalização para as saídas de emergência. (Intranet Bombeiros PE)
 
SINALIZAÇÃO
 
Devem estar identificados:
 
·        SAÍDA
·        ESCADA
·        ROTA DE FUGA
·        NÃO USE O ELEVADOR
·        EXTINTOR
·        HIDRANTE
·        ALARME
·        PONTO DE ENCONTRO
 
ALARME
 
Testar audibilidade em: subsolo → térreo → pavimentos → cobertura
 
 
22. PLANTA DE EMERGÊNCIA
 
O condomínio deverá possuir, preferencialmente:
 
Planta de emergência em pontos chaves no condomínio, mostrando:
 
·        localização do apartamento;
·        escada de emergência;
·        rota primária;
·        rota alternativa;
·        extintor;
·        hidrante;
·        acionador;
·        iluminação;
·        saída;
·        ponto de encontro.
 
A legislação e documentação do Corpo de Bombeiros tratam expressamente da sinalização do caminhamento das rotas de fuga e dos componentes das saídas de emergência. (Intranet Bombeiros PE)
 
23. PLANO ESPECÍFICO PARA O SUBSOLO
 
O responsável (vide item-11) pela garagem deverá possuir uma ficha com:
 
·        quantidade de veículos
·        localização do quadro elétrico
·        registro de água
·        registro de gás, se existente
·        bomba de drenagem
·        saída de emergência
·        extintores
·        hidrantes
·        iluminação de emergência
 
Deve ser testada a capacidade de evacuação da garagem.
 
 
24. PLANO ESPECÍFICO PARA ANIMAIS
 
Como o condomínio é residencial, o plano deve prever animais domésticos.
 
Cada proprietário deverá ter:
 
·        caixa de transporte, quando aplicável;
·        guia;
·        água;
·        alimento;
·        identificação;
·        contato veterinário.
 
O condomínio não deve permitir que animais soltos circulem durante a evacuação.
 
 
25. TREINAMENTO
 
Recomendo ao condomínio realizar pelo menos um exercício anual de evacuação, além de treinamento dos dois (2) funcionários (Edezio e Roberto-Beto).
 
O exercício deve simular: CENÁRIO
 
Terremoto às “18h30”
 
Com:
 
  • 22 apartamentos;
  • moradores nas unidades;
  • moradores chegando da garagem;
  • pessoa com mobilidade reduzida;
  • criança;
  • visitante;
  • falha parcial de energia;
  • elevador indisponível.
 
O objetivo é avaliar:
 
tempo de acionamento → tempo de saída → tempo de reunião → número de pessoas contabilizadas → falhas encontradas.
 
O próprio Recife mantém ações e mapas relacionados a rotas de fuga e pontos de encontro como instrumentos de prevenção e organização da resposta. (Conecta Recife) Click AQUI
 
 
26. REGRA DE OURO DO CONDOMÍNIO
 
1.      DURANTE O TREMOR: NÃO CORRA.
2.      DEPOIS DO TREMOR: AVALIE.
3.      HAVENDO RISCO: EVACUE.
4.      NA EVACUAÇÃO: USE AS ESCADAS.
5.      NO EXTERIOR: AFASTE-SE DO PRÉDIO.
6.      NO PONTO DE ENCONTRO: FAÇA A CONTAGEM.
7.      APÓS A EVACUAÇÃO: NÃO RETORNE.
 
 
27. RESUMO OPERACIONAL PARA FIXAR NA PORTARIA
 
🚨 TERREMOTO — PROCEDIMENTO DO CONDOMÍNIO
 
1. TREMOR: ABAIXAR → PROTEGER → SEGURAR
2. NÃO USAR ELEVADOR
3. APÓS O TREMOR: Verificar feridos, incêndio, gás e danos.
4. EVACUAR, SE NECESSÁRIO: Usar escadas seguras.
5. SUBSOLO: Não descer para buscar veículos.
6. COBERTURA: Evacuar pela rota interna segura; não utilizar a piscina como área de reunião.
7. PONTO PRIMÁRIO: PRAÇA DR. JOSÉ VILÉLA, em área aberta e afastada das edificações.    
8. PONTOS ALTERNATIVOS: Parque Santana / Parque da Jaqueira.    
9. CONTAGEM: 22 apartamentos cadastrados + visitantes + funcionários.
10. RETORNO: Somente após liberação competente.
 
 
Observação técnica importante
 
O passo seguinte mais adequado é transformar este conteúdo em um Plano de Emergência Condominial profissional, com capa, identificação do condomínio, organograma da brigada, matriz de responsabilidades, fluxograma de decisão, checklist de inspeção, plano específico do subsolo, plano da cobertura/piscina, tabela de moradores, procedimentos para pessoas com mobilidade reduzida e cartazes A4 por andar, além de uma planta esquemática das rotas baseada na planta real do edifício.


 
 
 
CARTAZ DO PLANO DE EVACUAÇÃO
 
 
27. RESUMO OPERACIONAL PARA FIXAR NA PORTARIA
 
🚨 TERREMOTO — PROCEDIMENTO DO CONDOMÍNIO
 
1. TREMOR: ABAIXAR → PROTEGER → SEGURAR
2. NÃO USAR ELEVADOR
3. APÓS O TREMOR: Verificar feridos, incêndio, gás e danos.
4. EVACUAR, SE NECESSÁRIO: Usar escadas seguras.
5. SUBSOLO: Não descer para buscar veículos.
6. COBERTURA: Evacuar pela rota interna segura; não utilizar a piscina como área de reunião (vide item-7)
7. PONTO PRIMÁRIO: PRAÇA DR. JOSÉ VILÉLA, em área aberta e afastada das edificações.    
8. PONTOS ALTERNATIVOS: Parque Santana / Parque da Jaqueira.    
9. CONTAGEM: 22 apartamentos cadastrados + visitantes + funcionários.
10. RETORNO: Somente após liberação competente.
 
 
Observação técnica importante
 
O passo seguinte mais adequado é transformar este conteúdo em um Plano de Emergência Condominial profissional, com capa, identificação do condomínio, organograma da brigada(item-11), matriz de responsabilidades, fluxograma de decisão, checklist de inspeção, plano específico do subsolo, plano da cobertura/piscina, tabela de moradores, procedimentos para pessoas com mobilidade reduzida e cartazes A4 por andar, além de uma planta esquemática das rotas baseada na planta real do edifício.
 
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